terça-feira, 4 de setembro de 2007

Frangos, geladeiras e celulares

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No paradoxo heterodoxo das questões partidárias de um partido dos trabalhadores do Brasil, surge um código de ética que parecia estático ao alvorecer da estrela que se transformou dietético durante o governo e depois terminou patético no final do primeiro mandato, justificando os aplausos do indiciado chefe quadrilheiro na última convenção। Mas a esperança é a última que morre, mesmo sem ato antropofágico de expurgo que não se deu para Dirceu, mais ele do que eu e os militantes que no quartel de Abrantes terão que agora, ou num futuro próximo, rezar pela cartilha e não quadrilha de uma ética reinventada, d`antes reverenciada no alvorecer da criação partidária.

E o presidente presente se comportou também indiferente de uma associação indébita, apesar de tomar partido e se julgar no direito de definir o sucessor, quer na linhagem das bases, quer em conluios aliados com juras de quase amor. Pediu a militância à defesa dos companheiros indiciados, pobres coitados, acusados de peculatos, desvio de verbas e associação de quadrilha para assaltar os cofres da nação. Garantiu que não será candidato e nem baixará ato de reeleição ad-eternum ao Congresso. As chaves não serão forjadas como qualquer experto ditador, serão ditadas por outras forças juramentadas e comprometidas com a globalização, onde não faltará o circo e o pão, a bolsa família, frango na mesa e as geladeiras e os celulares das Casas Bahia.








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